Reginaldo Afonso Bobato

há 2 anos · 3 min. de leitura · ~10 ·

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A fama da fome e a fama mata a fome

A fama da fome e a fama mata a fome

A fama da fome e a fama mata a fome

A fama da fome e a fama mata a fome

Sem saber, eu sabia...

Sem crer, eu cria...

Ser rezar, eu rezava...

Eu te amei como eu te amo, e ao saber disso minhas forças não se exaurem.

É preciso muito coragem para o amor, e muito, muito temor também, e não pense que é fácil ter uma mulher, conhecer uma mulher, viver para uma mulher, buscar seus desejos, aspirações, vivenciar encantos na pouca riqueza, e sobreviver aos prantos longe dela, justificando meus erros, e assim um único gesto teria feito diferença, mas o mundo precisou de meu amor também, e eu fui até ele com minhas limitações, e assim eu descobri que meus pensamentos eram fortes e iriam longe e enquanto eu buscava a verdade do meu mundo, um mundo a parte, e eu o descobri a tempo, fiquei com vergonha, com medo, mas me fiz homem para compreender que eu não estava sozinho, e aberto às virtudes era preciso, a moral eu precisava entender, quase tudo é ganho, e os ensejos de tudo a salvaguarda para existir para aqueles que passavam fome, e assim segue o prefácio deste texto num puro combate à alienação daqueles que eram indiferentes a esta causa e que não são mais, mesmo, pois quase tudo é dado, quase tudo é ganho, e muito do que é dado a tecnologia faz por nós, e que não se rebelem aqueles que sobrem embaixo do sol, pois lhes será dado mais do que o mínimo como valorização do é árduo e precisa existir como promessas de vida.

Segue abaixo o prefácio...

O fundo do rio segurava palafitas...

Um jovem mergulhou, colega pegou.

Bagres doentes roíam as estacas, frutos do rio, peixes.

Um mestre passou, Iemanjá homenageou

Terno de livro nobre este mestre acenou e dizia melodicamente.

Filhos das águas, terra a vista, chão firme em taboa bruta dizia a carta que fora enviadas às costas, sapos eram os príncipes, e o mestre dizia, não tenho medo das águas, de bagres e de sapos, a fome e a doença me apavoram

Então a água foi tratada, o jovem curou-se e o mestre pescou sereia na rede, lábios de mel.. Autor Reginaldo Afonso Bobato

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A fama da fome e a fama mata a fome

Sem saber, eu sabia...

Sem crer, eu cria...

Ser rezar, eu rezava...

Eu te amei como eu te amo, e ao saber disso minhas forças não se exaurem.

É preciso muito coragem para o amor, e muito, muito temor também, e não pense que é fácil ter uma mulher, conhecer uma mulher, viver para uma mulher, buscar seus desejos, aspirações, vivenciar encantos na pouca riqueza, e sobreviver aos prantos longe dela, justificando meus erros, e assim um único gesto teria feito diferença, mas o mundo precisou de meu amor também, e eu fui até ele com minhas limitações, e assim eu descobri que meus pensamentos eram fortes e iriam longe e enquanto eu buscava a verdade do meu mundo, um mundo a parte, e eu o descobri a tempo, fiquei com vergonha, com medo, mas me fiz homem para compreender que eu não estava sozinho, e aberto às virtudes era preciso, a moral eu precisava entender, quase tudo é ganho, e os ensejos de tudo a salvaguarda para existir para aqueles que passavam fome, e assim segue o prefácio deste texto num puro combate à alienação daqueles que eram indiferentes a esta causa e que não são mais, mesmo, pois quase tudo é dado, quase tudo é ganho, e muito do que é dado a tecnologia faz por nós, e que não se rebelem aqueles que sobrem embaixo do sol, pois lhes será dado mais do que o mínimo como valorização do é árduo e precisa existir como promessas de vida.

Segue abaixo o prefácio...

O fundo do rio segurava palafitas...

Um jovem mergulhou, colega pegou.

Bagres doentes roíam as estacas, frutos do rio, peixes.

Um mestre passou, Iemanjá homenageou

Terno de livro nobre este mestre acenou e dizia melodicamente.

Filhos das águas, terra a vista, chão firme em taboa bruta dizia a carta que fora enviadas às costas, sapos eram os príncipes, e o mestre dizia, não tenho medo das águas, de bagres e de sapos, a fome e a doença me apavoram

Então a água foi tratada, o jovem curou-se e o mestre pescou sereia na rede, lábios de mel.. Autor Reginaldo Afonso Bobato


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