Reginaldo Afonso Bobato

há 5 meses · 2 min. de leitura · visibility 0 ·

chat Entre em contato com o autor

thumb_up Relevante message Comentar

Além da ignorância

Além da ignorância

Além da ignorância

A essência da boa literatura não é a má fama, da luxúria que engana, e que diz que é uma boa cama e uma boa rama e que finge que ama, conclama o bem comum ao homem justo, mesmo que seja pueril

O que é ser pueril?

É ser molestado por um homem que veio lá da puta eu o pariu?

Pelo amor ao próximo?

Pelas dores que você não viu?

De alguém a mais que traiu?

É ser induzido ao coito por um antro de onde já se viu?

É ser brutalmente discriminado por quem nunca me viu?

E quem me viu presenciou um funil varonil?

Olho a minha volta , sinta um calafrio, todos domesticados e dó é o mês e uma tica é o dó, do só, `que raras vezes é nó, e pessoas como eu que tem olhos azuis, vão para a roça se têm posses, ou são libélulas procurando alimento bem longe de seu enxame, e são vexames, deixe-os viver em paz, seja capaz de compreender o grande amor divino, a paixão do sofredor pela colmeias que muito tem a nos ensinar, e assim entenda o significado da vida, e entendemos que precisa vir de dentro... do centro?

Vejo marquises ostentando o poder dos pobres-ricos, e uma súdita discrepância justifica do porque que devemos refutar o coito, a chupeta, a displicência com o capital que parece fácil, e e o que mais?

A arvore proibida, e cheiro da perdição, o vício meticulosamente calculado pela psicossomática, e o desfecho que não é casual.

Quanta mediocrizada é usada para convencimento à vida mundana, se você não fizer, você é isso ou aquilo, e os outros e o medo é sorte dos que tem fortes argumentos contra influências perniciosas, de forma que o raio de indução seja ativado para o bem que vai até o além, além do vício, e que te conduz a sorte dos dedicados e salientas profundas buscas a s si mesmo.

É ser induzido ao coito por um antro de onde já se viu?

É ser brutalmente discriminado por quem nunca me viu?

E quem me viu presenciou um funil varonil?

Olho a minha volta , sinta um calafrio, todos domesticados e dó é o mês e uma tica é o dó, do só, `que raras vezes é nó, e pessoas como eu que tem olhos azuis, vão para a roça se têm posses, ou são libélulas procurando alimento bem longe de seu enxame, e são vexames, deixe-os viver em paz, seja capaz de compreender o grande amor divino, a paixão do sofredor pela colmeias que muito tem a nos ensinar, e assim entenda o significado da vida, e entendemos que precisa vir de dentro... do centro?

Vejo marquises ostentando o poder dos pobres-ricos, e uma súdita discrepância justifica do porque que devemos refutar o coito, a chupeta, a displicência com o capital que parece fácil, e e o que mais?

A arvore proibida, e cheiro da perdição, o vício meticulosamente calculado pela psicossomática, e o desfecho que não é casual.

Quanta mediocrizada é usada para convencimento à vida mundana, se você não fizer, você é isso ou aquilo, e os outros e o medo é sorte dos que tem fortes argumentos contra influências perniciosas, de forma que o raio de indução seja ativado para o bem que vai até o além, além do vício, e que te conduz a sorte dos dedicados e salientas profundas buscas a s si mesmo. Autor Reginaldo Afonso Bobato

Além da ignorância

thumb_up Relevante message Comentar
Comentários

Mais artigos de Reginaldo Afonso Bobato

Ver blog
há 5 meses · 1 min. de leitura
Reginaldo Afonso Bobato

A lei é o leite, não o cigarro

A lei é o leite, não o cigarro · Sugiro um projet ...

há 5 meses · 2 min. de leitura
Reginaldo Afonso Bobato
há 5 meses · 2 min. de leitura
Reginaldo Afonso Bobato

Suas ticas?

Suas ticas? · Era uma vez, e a vez e eu não tinha ...