José Renato Alverca

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APLICANDO A CONTINGÊNCIA

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Muitas organizações no mercado, fazem um belo trabalho teórico em seus planejamentos estratégicos. Entretanto quando vão implementá-los e colocá-los em prática, se deparam muitas das vezes com situações que não foram previstas e se quer planejadas. Pois a prática do dia-a-dia demostra que nem sempre a teoria está em conformidade com o que acontece no ambiente organizacional. É neste momento que se aplica A TEORIA DA CONTINGÊNCIA, que pode ser entendida como uma teoria situacional. Ela mostra que em Gestão, tudo é relativo e circunstancial, ou seja, situações diferentes determinam práticas diferentes. A Gestão é vista, assim, como dependente das contingências para o caso de cada organização específica.

A perspectiva contingencial tem exercido uma grande influência sobre as teorias contemporâneas, suas principais contribuições se dão no sentido de identificar as variáveis que tem maior impacto aos projetos das organizações, como a tecnologia e o ambiente, mas sem esquecer o principal Ativo, as Pessoas, e suas consequências sobre a estrutura e o funcionamento das organizações. Segundo a Teoria Contingencial a estrutura depende do ambiente no qual a organização esta inserida. Se verifica que não há um único e melhor jeito (the best way) de organizar e de se fazer.

Como Especialista na área, afirmo que todo e qualquer planejamento, seja ele estratégico, tático ou operacional, deverá trabalhar de forma preventiva, e dentro do possível tentando prever todos os cenários, evitando desta forma perdas e rupturas que impactem diretamente o negócio. Pois trabalhar corretivamente, além de causar um grande retrabalho, e onerar todo o processo, pode impactar toda a cadeia produtiva. Pois o desejo de uma pessoa de produzir depende, a qualquer momento, dos seus objetivos particulares e da sua percepção do valor relativo do desempenho como um meio de atingir esses objetivos.

Por isso, as expectativas encaram a produtividade como um meio de alcançar satisfação. Em outras palavras, produtividade não é um fim em si, mas um meio para um fim, de modo que, quando os colaboradores perceberem que a produtividade alta é um meio que leva a alcançar um ou mais de seus objetivos pessoais, tenderão a produzir mais.

Pensem nisso e até a próxima!


Sobre o Autor:

José Renato Alverca

É Membro Fundador do IBPDICC – Instituto Brasileiro de Pesquisa Desenvolvimento e Inovação em Crédito e Cobrança, Pesquisador, Especialista em Crédito, Cobrança, Meios de Pagamento, Adquirência, Outsourcing, Gestão de Pessoas e RH e TI.

www.ibpdicc.com.br

www.linkedin.com/in/jalverca

www.bebee.com/bee/jose-renato-alverca



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