CHOQUE DE REALIDADE

Imagem: https://www.mundodaeletrica.com.br/os-riscos-do-choque-eletrico/
No início de 2017 a prefeitura de Brusque- SC abriu processo seletivo com quatro vagas para serem preenchidas em caráter emergencial para suprir a demanda do município, antes de começar o ano letivo. As vagas eram para monitor I, monitor II, monitor III e educador social. Não era necessário passar pelo processo de responder inúmeros questionários, mas somente levar os documentos assinados e se apresentarem no local, dia e hora marcados.
Como estava precisando de um trabalho fixo (o de escritor somente não atende a demanda de gastos pessoais) me candidatei a um a vaga de educador social, apesar de nunca ter trabalhado na área e muito menos para uma prefeitura. Em toda minha vida me mantive distante de trabalhos com as prefeituras, fazendo toda minha carreira na iniciativa privada.
Porém, quem está precisando de emprego não tem como ficar escolhendo e também me pareceu uma boa ideia partir para uma nova proposta de trabalho, um novo desafio. Chegando no local definido, levei um susto já na chegada quando reparei que na entrada do prédio havia uma fila quilométrica, esperando pela seleção.

Números como subiu o desemprego dois pontos ou diminuiu dois pontos, não fazem sentido algum a primeira vista, mas quando nos deparamos com uma verdadeira multidão a procura de apenas quatro vagas de trabalho, a realidade bate na nossa cara e tomamos um choque de realidade, mesmo sem pensar ou querer.
Para as quatro vagas havia pelos menos mil pessoas disputando o lugar oferecido. Pessoas de todas as idades, cores, tamanhos e diversos graus de conhecimentos, todos com somente um objetivo: serem contratados e saírem da estatística de desempregados. Nem precisa dizer que quando fui chamado para entregar meus documentos, já não tinha mais esperança em conseguir o tal emprego, tamanha foi a surpresa.

Lembro-me que quando ainda era líder de setor em 2015 quase não conseguia candidatos para as vagas que eram abertas pela empresa e muitas vezes tínhamos que contratar o que aparecia, não o que queríamos. Já no início de 2016 a quantidade de curriculum era enorme e poderíamos escolher os candidatos que queríamos e se não encontrássemos nas primeiras entrevistas, havia mais outros trinta candidatos esperando pelas vagas.
Quando também perdi meu emprego no segundo semestre de 2016, não fiquei muito preocupado, afinal de contas tenho conhecimento e experiência em diversas áreas do mercado de trabalho e acreditava que não seria muito difícil encontrar outro emprego. Mas não é o que está acontecendo, as empresas simplesmente não estão chamando, pois novas vagas não estão sendo abertas, fazendo novamente o choque de realidade, não bater em nossa porta, mas chutá-la com toda força.
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