Rowan Pedro

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UNIDIS - AULA EXPOSITIVA - Comunidades de Entorno - Cidades de Economias dependentes de Mineradoras e outras devem ter uma Comunicação Empresarial Estratégica

UNIDIS - AULA EXPOSITIVA - Comunidades de Entorno - Cidades de Economias dependentes de Mineradoras e outras devem ter uma Comunicação Empresarial Estratégica

A area de comunicacao empresarial -
: corporativa estratégica trata dos efeitos
das atividades de comunicacao das
organizacoes sobre seus stakeholders,
as partes interessadas (e vice-versa) e
da interacao dos dois grupos

PY

COMUNICACAO
EMPRESARIAL

0 que é e qual a sua importancia

€nca
EMPRESARIAL

IDIS - INSTITUTO IVONE - DI SPIRITO - UNIDIS - UNIVERSIDADE CORPORATIVA VIRTUAL - Fundador Rowan
Pedro de Aradjo - Ana Paulaim Gavinho - M. Conceicéio Spirito — Leila Di Spirito.

Em cidades pequenas  que  têm grande dependência da economia de uma determinada empresa.  Parece que o ambiente interno se funde no ambiente externo e social .  Grande parte dos empregados fazem comentários de  suas metas e o do seu departamento abertamente, enfatizando as dificuldades de cumprir aos amigos, colegas e até  no meio social, externo da empresa. Isto é ouvido por comerciantes e todo tipo de profissionais da cidade onde residem. Este comentário ganha corpo e o ambiente externo da empresa, o contato social e puxa ainda mais outros assuntos que ocorrem dentro das empresas e alguns ficam públicos. Isto existe por décadas não é coisa nova. As cidades são em maioria relativamente pequenas e todos se conhecem. A velocidade da comunicação precedida muitas vezes de pessimismo e da insegurança  anda e deriva rápido e forma capilaridade em 100% da comunidade. Isto  é fato, e principalmente em vilas residenciais que compartilham informações vizinhas quotidianamente.

As metas de produção, operação, consumo ou vendas podem então neste contexto definir o rumo da empresa e de comunidades inteiras. Reitero, comunidades pequenas que pertencem à cidades que sediam empresas, cuja economia dependente diretamente da mesma. Quando temos situações desta natureza, as metas ou projetos em geral  se popularizam e mexem com toda empresa e se forma uma atmosfera que se mistura o ambiente interno e o externo também. Esta atmosfera é de ansiedade, precedida de preocupação constante em razão da dependência dos empregos / empregos gerados e a possibilidade de reduzi-los, o que é devastador para economia do município e pessoas que tem uma vida estabelecida, calma e amena nestes locais. A cidade vive este ambiente. Se a empresa responde pela arrecadação por 60% do município.  A empresa significa 60% do município e com isto. Reforço  que não há como separar o ambiente interno da empresa com o externo em relação a comunidades ou cidades com este perfil.

A comunicagio empresarial € uma parte importante de
qualquer organizagio. Cada membro de uma
organizagio deve ser capaz de partilhar as suas ideias
de forma eficaz e expressar as suas recomendacdes
claras sobre o assunto relacionado com a empresa. A
comunicacio empresarial também se refere a pessoas
externas a empresa, como parceiros ou fornecedores.
Uma comunicagio eficaz no ambiente empresarial
trari muitos beneficios para a empresa e para os

colaboradores. A seguir, discutimos esse conceito,

apresentamos formas mais uteis de comunicacio

empresarial e explicamos por que ele ¢ tio valioso
A para 0 ambiente corporativo.

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FUNDADORES ROWAN 7) DRO DF ARAL ANALINNG  M CONC KAO SARTO),
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As  metas da empresas ficam conhecidas no ambiente social, abertas. Isto acontece em cidades com esta condição ( economia de alta dependência de uma empresa instalada no município) Cidades  com modelo da arrecadação  depende da empresa que a sedia,   cria uma atmosfera onde tudo que o empregado vive, ouve e aprende na empresa, ele multiplica e aplica na comunidade e vizinhança. Da mesma forma tudo que absorve, ouve e aprende  na comunidade, ele faz gravitar,   traz para dentro da empresa, para o ambiente e clima organizacional de forma direta ou indireta. Hoje com a crise  da saúde, economia,  desemprego e insegurança  faz sempre  prevalecer  o pessimismo. Hoje existe insegurança  jurídica e incertezas da Refprma Tributária. Estamos diante um ambiente de produtividade tenso, nestes casos.  Muitas pessoas que entendem de comunicação, dizem que o empregado é um verdadeiro agente comunicador do ambiente interno e externo e vice versa da empresa e bem educados e treinados para uma comunicação puramente de interesse da empresa, os ganhos seriam exponenciais com uma comunicação ativa, constante e construtiva . 

Quando há crises nestas empresas que determina a economia local destas cidades aumenta o desemprego,  incertezas a falta de autoestima. O baque em cheio se observa na construção civil, o termômetro da economia nacional. Quando  desaba e torna a  vida desmotivada e com moral baixo que contamina toda população . O desemprego hoje, está depois da saúde como a 2a maior preocupação dos empregados. Um Gerente da empresa em situação como esta. Estará sempre gerenciando o ambiente interno e externo que se cruzam e afetam o clima organizacional. A tensão pode provocar falhas, retrabalho, turn over, absenteísmo e baixa produtividade. A comunicação de um gerente, o líder com os liderados, necessita de suporte da comunicação oficial da empresa de RH, que tem profissionais de ciências sociais, e  estarão sempre atuando de forma compartilhada, inclusive com os empregados terceiros. 

As empresas
deveriam enxergar
a internet como
uma plataforma de
comunicagdo em
vez de um meio de
transmissao.
Guilherme Machado

administrativos

resultam de ineficacia
na Comunicagao 4

Peter Drucker - Pai da Administragho Moderna
A comunicag3do errada gera a maioria dos problemas
empresariais Palestrante Evandro Kalfelz Schmitz

Isto é fundamental, para conter fofocas, boatos,  ruídos da comunicação e usar recursos para ajusta, minimizar os impactos negativos, o pessimismo exacerbado que atinge o clima organizacional, segurança das pessoas e o processo produtivo.. Comunicação é a base da confiança, segurança da informação segura e confiável, que agrega valor a empresa, sua liderança, força comunitária e moral elevado em dois sentidos: interno e externo. Uma comunicação eficiente de uma empresa, está entre os seus maiores capitais. Isto é fato e não se discute. A empresa no século XXI vive da força de sua comunicação.  Já chamamos de capital comunicacional. 

Comunicação principalmente, dentro desta abordagem é vital , a empresa referencia na cidade nesse caso é cultuada com valor, ou patrimônio social nas cidades, porque vira um símbolo. orgulho e referência de desenvolvimento local. Aumenta a renda, emprega, movimenta a economia. Cria status no empregado. Os filhos querem ser empregados da empresa igual ao pai. Os carros da empresa transitam toda hora na cidade trazendo a logomarca da empresa . As cores da empresa são usadas e imitadas na cidade em termos de uniforme de outras empresas . etc. Os comerciantes se aproximam dos empregados, por inspirarem confiança na renda mensal que possuem. Os filhos destes empregados são visto com respeito nas escolas que estudam, pelos professores e seus colegas. As autoridade, prefeitos vereadores  aproxima dos gerentes por questão de status e prestígio que refletem. Sobre esse exemplo me recordo de Itabira com a VALE nos anos  60 e 70, mães fazendo promessa  para filhas se casarem  empregados das Minas de Itabira e Ferrovia Vitória Minas. Santo Antônio sempre louvado!

Mas as comunidades dessas cidades, muitas se acomodaram e  não estão preparadas. Falta informação e comunicação direta de que no séc. XXI os riscos são maiores que as oportunidades. As empresas podem amanhecer fechadas e a população não amadureceu para empregabilidade. Tudo de positivo pode desmoronar e quebrar a engrenagem sócio econômico local, se esta empresa falir, entrar em crise. Pode levar a cidade, a comunidade junta. Uma empresa que manda na economia local de uma cidade nem sempre é eterna. A população mais nova tem e ser preparada para dinamizar e diversificar este tipo molde da economia local, com pensamento sustentável da economia, emprego e renda. O trauma e o medo maior, são de mudanças bruscas na vida, a relação de status quo e as vezes acomodações naturais. As pessoas neste ambiente  formaram  em mente que a perda do emprego, os leva a buscá-lo em centros maiores, e esta mudança seria aterrorizante para estas pessoas habituadas à este sistema de vida. 

Isto vem ocorrendo e construindo nestas incertezas de hoje um processo local de ruídos de comunicação e até boatos, que deixam o  clima organizacional tenso. Esse fato foi observado por um Analista de RH e Gestão de Pessoas, que estuda essas situações de empresas localizadas nos interiores do Brasil conforme observamos. Existem empresas que estão em crise e que respondem sozinhas por 60% da arrecadação municipal e economia local.

(*) Rowan Pedro de Araujo - Graduado em Administragdo. Consultor
e Conselheiro Independente. Diretor e Vice Presidente dos
Conselhos Empresariais de Mineragdo e Siderurgia e do Agronegdcio
na ACMinas - Associagdo Comercial e Empresarial de Minas.
Ambientalista, educador. Presidente interino da ASMAGS -
Associagao Mineira do Agronegdcio Sustentavel. Membro do
Conselho de Administragdo da Costa & Faber, proprietario da RA
Business to Business - Proprietario da RA Tecnologia. Fundador do e
Diretor Presidente IDIS Instituto Ivone Di Spirito, destinado a ajudar
criangas com sindrome de down, APAE’S e Equoterapia - Fundador
da UNIDIS Universidade Corporativa Virtual. Dono do Jornal O
Cultural

oe

IDIS INSTITUTO IVONE DI SPIRITO - UNIDIS - UNIVERSIDADE
CORPORATIVA VIRTUAL- FUNDADORES —- ROWAN PEDRO DE ARAUJO -

ADM | N ISTRAGAO ANA GAVINHO - M.CONCEICAO SPIRITO, LEILA DI SPIRITO.

Toda discussão, toda decisão  e problemas e notícias ruins adversas ganham muito rápido os dois ambientes, o interno e externo e vão gerar uma atmosfera de desânimo, tensa e não saudável. O pessimismo em crises duradouras interfere no clima organizacional e moral dos empregados. As notícias ruins, pessimismo, boatos, etc. Pulam o muro da empresa com facilidade, tanto de fora para dentro, quanto de dentro para fora. Vazamentos de informações é muito comum nas empresas que atuam dentro dessa realidade. O ambiente externo capta situações internas e as metas setoriais, acabam virando conversas de churrascos, eventos festivos, clubes, festas, bares e baladas. Dependendo da tensão que isto é reproduzido, afeta a expectativa de uma comunidade inteira e famílias também. O código de ética existe, mas nem sempre é seguido em ambiente de lazer e de pessoas do mesmo setor. 

“O empregado brasileiro carrega  o mal e péssimo hábito de falar excessivamente de serviço em seu lazer quando de reúne com colegas de trabalho”. (Amaro Ferreira ) - As empresas vão precisar de Gerentes, staffs e líderes dispostos a melhorar os níveis de confidencialidade, postura dos empregados e criarem projetos de educação dos empregados. Calcados em visão holística, melhoria comportamental, lealdade, holismo e feedback. O maior problema nestas empresas ao criarem projetos junto a este tipo de comunidade é o cuidado de não se transformar, ou cair em caminhos que a deixe uma empresa paternalista, ou com este tipo de identidade, fama e imagem. Isto é o caos. A empresa moderna pode ser estrategista, harmoniosa e  produtora de capital comunitário, uma poupança de vanguarda empresarial que vai valer muito no futuro, desde que haja um projeto para tal. 

As relações sócio ambientais, sócio culturais são consideradas de rotina, embora convergem para o tema capital comunitário, que hoje  está posicionado em novas plataformas diferenciadas, ou seja práticas e visão das empresas globais. Relacionamento com comunidade, marketing social e ambiental é uma coisa. Capital Comunitário é isto tudo, mais confiança história, ética, valores, essência de parceria, imagem e responsabilidade social por uma visão holística atrelada à marca. Capital Comunitário deve ser construído como poupança, não é feito do dia pela noite. Pode demorar anos para ser notado. Fortalecido para  acompanhar e valorizar a marca da empresa que está construindo este tipo de capital.

Depois das lições ocorridas com a VALE em Mariana e Brumadinho, as mineradoras passaram a entender que precisam ouvir as comunidades e melhorarem a comunicação com elas. As mineradoras  possuem falhas de comunicação. A CVRD, Vale estatal  sabia lidar com a comunidade e tinha esse DNA nato, o uniforme caqui. A VALE de banqueiro de camisa verde misturada com azul,  não tem essa habilidade e valores.  As lições de Mariana e Brumadinho, mexeram com a empresa e hoje há uma mudança na forma de tratar as comunidades vizinhas, mas o estrago e a reputação negativa e lentidão em resolver os problemas destas tragédias até com mais de 6 décadas desgasta a imagem da empresa, até ódio  é notado nesses locais. 

Ambientes tensos e de insatisfação na empresa são propícios para as ações e movimentações dos sindicatos e comunidades  e  funcionam como matéria prima deste. O teste de liderança nas empresas muitas vezes vai estar aí, para ganhar a queda de braço dos líderes sindicais. Certa vez um palestrante em um Seminário de Gestão de Pessoas em Belo Horizonte, Marcos de Oliveira Cazzani, disse que 85% dos empregados  levam o ambiente interno da empresa pra o seu ambiente externo, inclusive lazer e para a  própria casa e costuma descarregar seu estresse na família, cachorro, etc.. Ele não recomendava este comportamento, quando Gerente, pois as pessoas ficam constantemente tensas e não descansam como deveriam. Chegam na 2a feira tensas para trabalhar porque não descansam no final de semana e não produzem bem. O final de semana foi regado a assunto tenso de trabalho e não relaxou e nem descansou no seu sábado e domingo. Há indivíduos diferentes à este cansaço, parecendo imunes ou inatingíveis, com este tipo de estresse, dizem alguns profissionais de RH.

Muitas empresas estão recorrendo ao coaching, para tentar corrigir este hábito que tem desequilibrado em termos de qualidade de vida das pessoas. A VIDA SOCIAL X PROFISSIONAL E RENDIMENTO. O Gerente e Supervisor, são os primeiros a detectar este problema e acionar o Coaching para iniciar a seção coaching com empregados com este tipo de problema, e usar as ferramentas, inclusive o radar para ajudar o treinado no comportamento humano, social e profissional. Coaching é um suporte, um coadjuvante do Gerente. Sem a ajuda do empregado, interação, ótima comunicação com o Coaching e sua cooperação, nada funcionará. Coaching só funciona com comunicação, interação e principalmente cooperação do empregado. Ali é medido o nível de satisfação: Área do corpo e da mente:  Saúde, peso, aparência pessoal,   Intelecto,    Equilíbrio emocional -  Área profissional:   Realização,  Finanças -- Contribuição social - Área dos relacionamentos:   Família -   Afetos -    Vida social - Área da qualidade de vida:    Inteligência Emocional,  Diversão -   Felicidade -   Espiritualidade.

Tudo isso deve estar em equilíbrio e o Coaching ajuda. A vida é um sistema e um sistema só funciona bem se todas as partes  funcionarem. O equilíbrio é essencial. Há executivos com a empresa faturando 1 milhão de dólares, tem status, fama e reconhecimento da mídia, etc.. Mas ele  se relaciona mal com a esposa e filho. Ele está acima do peso. A ansiedade o faz um assaltante de geladeira e ganha cada vez mais peso. Não está satisfeito com o físico e se relaciona mal. “O maior vencedor do mundo é aquele que vence a si próprio, que auto domina, auto controla e doma suas vontades nocivas  à sua saúde, sua vida e seu quotidiano. São os vencedores” (Ravi Navayrian)  

O comentário de Gerentes que lidam com metas:  O Gerente de vendas, ressalta que as metas estão ficando mais difíceis de serem atingidas. O acionista pede a diretoria um ganho X, que aperta os gerentes para superar a marca própria. Os gerentes em cascata arrocham naturalmente este processo para os níveis de supervisão e estes os níveis de execução da produção e manutenção. Concorda que infelizmente viu algumas ações anti éticas em empresas ao artificializarem o atingimento de metas. Isto ocorre, quando os superiores são enganados ou coniventes para não terem os seus bônus diminuídos. A maquiagem de números não é uma boa prática e pode facilmente ser identificada e depreciar as pessoas profissionalmente. Uma Governança ética, séria  demite em qualquer nível de irregularidades.

No mundo todo sempre houve uma pressão natural de se produzir e atingir metas do volume de produção, tempo, qualidade e custo. Desde a revolução industrial pressão para produzir existe. Mas nos últimos anos os concorrentes estão dez vezes maiores e mais agressivos. O espaço do market share está ameaçado constantemente. Isto obriga a empresa a praticar políticas, estratégias e diretrizes agressivas e diferentes para sobreviver. A saída é produzir mais com menos recursos e revisar metas. O estresse contamina às equipes.  A margem de lucro ficou achatada pela concorrência e competitividade de mercado e uso das tecnologias cada vez mais sofisticadas. A concorrência  global é guerra de mercado.

Os Gerentes observam que do dia 20 ao dia 30, dependendo do ritmo, surgem os conflitos entre os setores internos e empregados. Quando um não acompanha o ritmo da produção do outro, ou as metas estão ganhando um do outro.. A produção dos turnos diferentes formam a meta coletiva. Nesta situação o ambiente fica ainda mais competitivo, os turnos se tornam concorrentes internos, sobre qual produziu ou está produzindo mais, inclusive batendo recordes. Nesta competição há o risco de acidentes em função da pressa que é formada para produzir e atingir números melhores. Gerentes e supervisores experientes não podem faltar nestes ambientes para liderarem e acalmarem a ansiedade e os efeitos gerados. Os líderes não podem deixar o ritmo de produção ser impactado ou contaminado. Eles são pagos e reconhecidos justamente para dar soluções hábeis, comportamentais, técnicas e ritmo adequado de produção.

Estas disputas de produtividade por turno é algo também que sai do ambiente da empresa para os bares eventos, churrascos,. etc. Para minimizar estas disputas internas e harmonizar todo tipo pequenas rivalidades, o job rotation entre supervisores de turno é uma prática que gera resultados, junto a um processo de negociar metas mais contidas em um modelo coletivo. É de amplo conhecimento que produção no ambiente onde se prioriza quantidade e puramente recordes, tende  baixar a qualidade. Dessa forma cabe ao Gerente e supervisores catalisarem esta turbulência com o respectivo preparo, habilidade, inteligência com o estilo adequado de liderar pessoas e acalmar este tipo de atmosfera, diante o reflexo ou efeito das metas arrojadas comuns e habituais de se produzir hoje em dia. 

É vital gerir o comportamento das equipes. Esse domínio do ambiente já faz parte do portfólio ou atribuição do gerente moderno que atende as exigências contemporâneas . O processo de gestão de metas, deve ser aprimorado, unindo as energias, amadurecendo as pessoas com foco no coletivo. Esta ação no momento é a prioridade absoluta para lidar com as metas arrojadas que serão constante no século XXI. A liderança busca e tem o dever da manutenção de estabelecer, orientar e primar pelo sólido espírito de equipe e cooperação mútua. A competitividade e a necessidade de produzir mais, com menos recursos neste século já está exigindo uma ciência de gestão para avaliar a qualidade e produtividade que une máquinas, pessoas, processo,  tecnologia, inclusive robótica, inteligência artificial e automação, o que demanda a importação de máquinas e equipamentos modernos. A tendência é operar e administrar  as pessoas com menos pessoas e mais recursos digitais. As empresas que não adotarem a engenharia digital, não serão eficientes para competir, e vão ser eliminadas pelos concorrentes. 

Todo processo de  globalização da economia e uso de tecnologia que visa competitividade mundial e evolução natural da indústria, vieram associada às exigências do lucro do acionistas em posição prioritária. Esta realidade aditiva o perfil da indústria, no que tange a governança corporativa. A indústria passa a ser inspirada atualmente pela filosofia operacional de bancos e mega investidores, que participam da composição acionária de grande parte da indústria no mundo todo. Este  modelo de acionista - investidor tem a inclinação natural de perseguir o lucro a curtíssimo prazo, e exercer uma pressão natural de produzir, mas que alcança alto nível de estresse, arrojo e conflito de missão, visão, crença e valores. E consequentemente formam metas em níveis arrojadíssimos e até não factíveis.

A vida de um gerente é sofrer pressões, sair de reuniões tensas, decisões difíceis a curto, médio e longo prazo, lidar com metas arrojadas, objetivos desafiadores e estratégias inteligentes. A saúde emocional deve ser alta, para lidar com o estresse natural e ter muita habilidade para não transparecer o nervosismo á sua equipe, deve ser um catalisador e inspirar confiança, segurança e liderança, sempre indo em frente  com coragem é o tipo   "Gerente Cascudo" corajoso, respaldado que entende do processo, que fala e se justifica com bagagem, respeito, justiça e ética. Comenta e expõe as dificuldades e adequação de recursos para cumprir metas. Tem confiança na sua capacidade de realização e de sua equipe. Este é o tipo de Gerente que a empresa precisa, o de capacidade de convencer, inspirar liderança, confiança e segurança em ambas as partes. Tenho visto metas compostas de 3 a 5 itens, oriundas de KPI´s que fazem parte dos principais processos que constroem a produtividade, competitividade, eficiência e lucro que estarão vinculadas ao rendimento máximo das lideranças, pessoas, processos e tecnologia. Há metas individuais, compartilhadas e muitas vezes vindas de cima para baixo, as chamadas metas de efeito cascata, ou compostas sob fórmulas de resultados percentuais, etc.

A ética empresarial, a governança corporativa prima pelas metas  negociadas de forma adequada, democrática e representativa de forma ter a equidade e possibilidade de serem alcançadas. Nestas relações de acordo. "Não há nada neste mundo que não possa melhorar e chegar a um bom entendimento, ou grande parte de soluções e progresso. Quando sentam seis pessoas inteligentes e comprometidas  em uma mesa, dispostas a trabalharem  de forma ativa,  disposta e madura, em posições iguais ou diferentes, mas que se respeitem umas as outras, no sentido de evoluir o que está sendo discutido" 

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