Reginaldo Afonso Bobato

há 3 anos · 1 min. de leitura · visibility 0 ·

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Consagrada inspiração

Consagrada inspiração

Não teria quase mais nada a falar, se eu visse como crua verdade, do valor que tem o capital, prédios soberbos e a resistência entre eles pela sobrevivência, e até mesmo, como soaria a essência de milhares de escritos arquivados para que não somente nossas gerações as observassem? São detalhes que parecem não mudar a rotina, e pensante ou não, tudo parece intocável e insensível.

Histórias que parecem se repetirem, e nos cantos dos bares, restaurantes e lanchonetes dispersam tantas emoções, que não haveria espaços nem sequer ao tempo, e as existências tomam forma matemática, como se soubéssemos de antemão dos vários destinos que o homem traçou ao próprio homem

e na corrida por um espaço, asas como que querendo terna admiração, filhos que se casarão, e a densa névoa de poluição, quase conta o retrato do futuro que faz parte do progresso, fábricas a todo o vapor, gente com todo o ardor de produzir, e garantir uma fatia das doces lembranças que os poetas não se calam ao notar, beijos roubados, abraços apertados, e o relógio a marcar longa jornada para se trabalhar. O espectro do que parece não existir, registrado com profunda devoção, e mesmo assim, muitas vezes esquecido, para ser raras vezes lembrado. Autor Reginaldo Afonso Bobato

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Consagrada inspiração

Não teria quase mais nada a falar, se eu visse como crua verdade, do valor que tem o capital, prédios soberbos e a resistência entre eles pela sobrevivência, e até mesmo, como soaria a essência de milhares de escritos arquivados para que não somente nossas gerações as observassem? São detalhes que parecem não mudar a rotina, e pensante ou não, tudo parece intocável e insensível.

Histórias que parecem se repetirem, e nos cantos dos bares, restaurantes e lanchonetes dispersam tantas emoções, que não haveria espaços nem sequer ao tempo, e as existências tomam forma matemática, como se soubéssemos de antemão dos vários destinos que o homem traçou ao próprio homem

e na corrida por um espaço, asas como que querendo terna admiração, filhos que se casarão, e a densa névoa de poluição, quase conta o retrato do futuro que faz parte do progresso, fábricas a todo o vapor, gente com todo o ardor de produzir, e garantir uma fatia das doces lembranças que os poetas não se calam ao notar, beijos roubados, abraços apertados, e o relógio a marcar longa jornada para se trabalhar. O espectro do que parece não existir, registrado com profunda devoção, e mesmo assim, muitas vezes esquecido, para ser raras vezes lembrado. Autor Reginaldo Afonso Bobato


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