Reginaldo Afonso Bobato

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Cortina de fumaça branca

Cortina de fumaça branca

É execrável o racismo, ele ara e eu cismo, e são execráveis alguns combates ao racismo, eles vão para as profundezas das minas atrás do ouro que não lhes pertence, ao não ser por ilusão, vão até os fornos das olarias levar o barro cru, e só um olá já ria, vão às construções, as roças, fazer calos nas mãos com os grandes quintais, e os cantos de concreto até se esquecem que eles têm uma história que não é para esmaecimento.

Onde iremos com a ignorância, precisamos um dos outros para aliviar o sofrimento do martírio programado, que tem toda as cores e até a cor do ouro, precisamos lapidar melhor a pepita, qual e quem palpita, quem quer só dinheiro para ser livre escravizaria a si mesmo, pois a dor na alma pelo que não poderia comprar, pessoas não estão à venda, mesmo que aparentemente se vendam.

É dignificante a educação, pois com educação não existe racismo, nem este combate extremo, que não se limita a bons modos e requinte, mas a consciência de um pelo outro, não somente um pelo ouro. Autor Reginaldo Afonso Bobato

Cortina de fumaça branca Cortina de fumaça branca


Cortina de fumaça branca

É execrável o racismo, ele ara e eu cismo, e são execráveis alguns combates ao racismo, eles vão para as profundezas das minas atrás do ouro que não lhes pertence, ao não ser por ilusão, vão até os fornos das olarias levar o barro cru, e só um olá já ria, vão às construções, as roças, fazer calos nas mãos com os grandes quintais, e os cantos de concreto até se esquecem que eles têm uma história que não é para esmaecimento.

Onde iremos com a ignorância, precisamos um dos outros para aliviar o sofrimento do martírio programado, que tem toda as cores e até a cor do ouro, precisamos lapidar melhor a pepita, qual e quem palpita, quem quer só dinheiro para ser livre escravizaria a si mesmo, pois a dor na alma pelo que não poderia comprar, pessoas não estão à venda, mesmo que aparentemente se vendam.

É dignificante a educação, pois com educação não existe racismo, nem este combate emo, que não se limita a bons modos e requinte, mas a consciência de um pelo outro, não somente um pelo ouro. Autor  Reginaldo Afonso Bobato


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