Reginaldo Afonso Bobato

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É a fé e ele rói

É a fé e ele rói

O ouro, sem dúvida é um metal nobre e causou e causa encantamento, mas o que tem valor de ouro é o ferro e o aço, e é do ferro e do aço que o ser humano precisa para a ordem e para o pregresso, assim como ergue cercas soberbas para proteger as casas e mansões.

O aço é mais resistente do que o ferro, e o ferro é preto por natureza analógica dos fatos, normalmente é pintado de várias cores, e não vou longe para vê-lo cromado também e assim a camuflagem é latente nas cidades, e junto com a poesia o calo aguenta, a dor sustenta e o vício não existe, mas deixe estar, é glória no anonimato, nasce o filho com a cor da fachada, ele mergulha fundo nas letras e não será vítima nem agressor por causa de grades.

E assim uma página são dez anos de reflexão, posto que não seja fácil ler, muito menos bem escrever, e isso é verdade, e por vezes a verdade propriamente dita em elos tangentes a buscas que nunca se findam e permanecem até o por do sol onde toda arte envolvida na serralheria, nas construções e na metalurgia se transparece que termina o descanso noturno, e assim bate-se na bigorna, derrete com o amor e ferro febril e como esculturas nascem as janelas e portas que passarão pelo crivo do morador que nem sequer para para pensar e era assim e que será assim, preto no branco e branco no preto em singelas notações do ego para a pureza de ações fidedignas que têm a função maior de proteger. Autor Reginaldo Afonso Bobato

É a fé e ele rói

É a fé e ele rói

O ouro, sem dúvida é um metal nobre e causou e causa encantamento, mas o que tem valor de ouro é o ferro e o aço, e é do ferro e do aço que o ser humano precisa para a ordem e para o pregresso, assim como ergue cercas soberbas para proteger as casas e mansões.

O aço é mais resistente do que o ferro, e o ferro é preto por natureza analógica dos fatos, normalmente é pintado de várias cores, e não vou longe para vê-lo cromado também e assim a camuflagem é latente nas cidades, e junto com a poesia o calo aguenta, a dor sustenta e o vício não existe, mas deixe estar, é glória no anonimato, nasce o filho com a cor da fachada, ele mergulha fundo nas letras e não será vítima nem agressor por causa de grades.

E assim uma página são dez anos de reflexão, posto que não seja fácil ler, muito menos bem escrever, e isso é verdade, e por vezes a verdade propriamente dita em elos tangentes a buscas que nunca se findam e permanecem até o por do sol onde toda arte envolvida na serralheria, nas construções e na metalurgia se transparece que termina o descanso noturno, e assim bate-se na bigorna, derrete com o amor e ferro febril e como esculturas nascem as janelas e portas que passarão pelo crivo do morador que nem sequer para para pensar e era assim e que será assim, preto no branco e branco no preto em singelas notações do ego para a pureza de ações fidedignas que têm a função maior de proteger. Autor Reginaldo Afonso Bobato


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