Vocês já notaram que no Brasil, logo que acontece uma tragédia da natureza, muitas vezes provocada pelo homem, na imprensa (falada, escrita, televisiva e inventiva) surge uma porção de entendidos (ou não), para dar explicações sobre o mal ocorrido: engenheiros, meteorologistas, pesquisadores, ambientalistas, economistas, autoridades, estrategistas, políticos, prefeitos, governantes, videntes...
Vamos deduzir sobre isto: se eles sabem explicar a causa da tragédia acontecida, por derradeiro, devem ou deveriam saber da possibilidade de ela acontecer - e seus possíveis efeitos.
Ora bolas, quando estamos cientes de que algo de risco tem boa possibilidade de acontecer, nossa ação é a de fazer algo - urgente e preventivamente - para que o mal não aconteça.
Mas vejam o caso de motoristas que, mesmo sabendo que o limpador do para-brisa do carro está estragado, só mandam arrumá-lo quando chove.
Os nossos governantes e autoridades são piores que esses motoristas imprudentes. Por quê? Porque sabem que o “limpador do para-brisa” está estragado, sabem que está chovendo e, mesmo assim, não mandam consertá-lo. Fica para depois, depois, depois...traduzido por nunca.
No gancho: desconfiem sempre quando alguém afirma “Estarei fazendo”, “Estarei remetendo”... O certo é dizer “Vou fazer”, “Vou remeter”. Mesmo assim...
Desculpem-me para uma pequena pausa. Seguinte: desde que comecei a escrever este texto, observo, preocupado, que faz meses que tem um objeto enorme, pesado e mal colocado no alto da prateleira do meu escritório, instalada acima da minha mesa. A “coisa” tem grande possibilidade de cair, representando um enorme perigo para mim e integrantes da minha família.
Logo mais “estarei arrumando” um lugar melhor para ele, assim que... êpa!... a “coisa” está despencando!!!!
AAAAAAAAAiiiiiiiii, MINHA CABEÇA!!!!
PQP! Quem foi que colocou essa "merda" lá em cima?
G. Passofundo
ETA BRASIL DO DEPOIS...
Vocês já notaram que no Brasil, logo que acontece uma tragédia da natureza, muitas vezes provocada pelo homem, na imprensa (falada, escrita, televisiva e inventiva) surge uma porção de entendidos (ou não), para dar explicações sobre o mal ocorrido: engenheiros, meteorologistas, pesquisadores, ambientalistas, economistas, autoridades, estrategistas, políticos, prefeitos, governantes, videntes...
Vamos deduzir sobre isto: se eles sabem explicar a causa da tragédia acontecida, por derradeiro, devem ou deveriam saber da possibilidade de ela acontecer - e seus possíveis efeitos.
Ora bolas, quando estamos cientes de que algo de risco tem boa possibilidade de acontecer, nossa ação é a de fazer algo - urgente e preventivamente - para que o mal não aconteça.
Mas vejam o caso de motoristas que, mesmo sabendo que o limpador do para-brisa do carro está estragado, só mandam arrumá-lo quando chove.
Os nossos governantes e autoridades são piores que esses motoristas imprudentes. Por quê? Porque sabem que o “limpador do para-brisa” está estragado, sabem que está chovendo e, mesmo assim, não mandam consertá-lo. Fica para depois, depois, depois...traduzido por nunca.
No gancho: desconfiem sempre quando alguém afirma “Estarei fazendo”, “Estarei remetendo”... O certo é dizer “Vou fazer”, “Vou remeter”. Mesmo assim...
Desculpem-me para uma pequena pausa. Seguinte: desde que comecei a escrever este texto, observo, preocupado, que faz meses que tem um objeto enorme, pesado e mal colocado no alto da prateleira do meu escritório, instalada acima da minha mesa. A “coisa” tem grande possibilidade de cair, representando um enorme perigo para mim e integrantes da minha família.
Logo mais “estarei arrumando” um lugar melhor para ele, assim que... êpa!... a “coisa” está despencando!!!!
AAAAAAAAAiiiiiiiii, MINHA CABEÇA!!!!
PQP! Quem foi que colocou essa "merda" lá em cima?
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