Joao Reganassi

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InteRH–Atividade!!! – 10 – Outubro Rosa.

A marca InteRH–Atividade!!! continua fazendo parte das atividades da JRH consultores associados no ano de 2018.

Só que desta vez, mensalmente. Contando com a participação de meus amigos, colegas e conexões das minhas redes de relacionamentos como Facebook, LinkedIn, Google+, Bebee e Instagram, continuarei escrevendo um artigo sobre um determinado tema que interfere nos assuntos de Recursos Humanos e os leitores poderão contribuir para enriquecer o tema, com experiências pessoais e/ou corporativas. Caso não queira comentar questões pessoais, poderá indicar temas para os próximos artigos. Claro que sempre tomarei o cuidado necessário para não expor nenhum colaborador ou empresa. A menos é claro que a pessoa autorize a menção do nome ou empresa. Até porque, bons exemplos devem ser compartilhados e reconhecidos.

No final desta jornada, espero ter elaborado doze artigos com diferentes temas, com o auxílio de profissionais especializados. Lembrando sempre que os textos devem ser curtos e voltados mais para eventos reais que teóricos. Mas isso não significa que contribuições teóricas serão desconsideradas. O intuito é trazer o tema para discussão e contar com a participação, colaboração e pontos de vistas de profissionais de diferentes áreas.

Nosso decimo tema será: OUTUBRO ROSA – de acordo com informações da Wikipédia, é uma campanha de conscientização que tem como objetivo principal alertar as mulheres e a sociedade sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama e mais recentemente sobre o câncer de colo do útero.

No Brasil, as campanhas de conscientização sobre o câncer de mama acontecem desde 2002 e a partir de 2011 sobre o câncer de colo do útero em diversos estados. A publicidade adotou o tom de rosa como motivador de campanhas no período, e ações em mídias sociais também tendem a ser reforçadas durante este mês.

No entanto, especialistas da área médica ressaltaram, em levantamento apresentado no ISPOR – International Society for Pharmacoeconomics and Outcomes Research. em 2017, que ainda que a conscientização seja muito importante, é necessário cuidado com as mensagens divulgadas neste período.

Uma análise das postagens realizadas em redes como Facebook e Twitter em língua portuguesa mostrou que existe bastante desinformação nas campanhas de conscientização, especialmente acerca do autoexame, que não é considerado suficiente para a detecção precoce da doença.

Tocar o próprio corpo e reconhecer sinais de possíveis mudanças é uma importante ferramenta de empoderamento da mulher frente à própria saúde, mas não substitui a mamografia, por exemplo. Dados do Instituto Nacional do Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA) apontam que apenas 2,5 milhões de mamografias foram realizadas em 2014, equivalente a uma taxa de 24,8%, bem menos do que os 70% recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

O movimento começou a surgir em 1990 quando aconteceu a primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova Iorque, e desde então, promovida anualmente na cidade. Entretanto, somente em 1997 é que entidades das cidades de Yuba e Lodi, também nos Estados Unidos, começaram a promover atividades voltadas ao diagnóstico e prevenção da doença, escolhendo o mês de Outubro como epicentro das ações. Hoje o Outubro Rosa é realizado em vários lugares do mundo.

Até ao início do século XX, o cancro da mama era visto como uma fatalidade sem cura. Pouco podia ser feito com as técnicas cirúrgicas primitivas, pelo que as mulheres tendiam a sofrer em silêncio e vergonha, em vez de procurar ajuda. Quando o progresso na cirurgia melhorou a sobrevivência do cancro, as mulheres começaram a consciencializar-se da doença e da possibilidade de tratamento.

Uma das primeiras campanhas organizadas de sensibilização da opinião pública – Women's Field Army – teve lugar nos Estados Unidos entre as décadas de 1930 e 1940. Em 1952 surgiu o primeiro grupo de ajuda mútua, denominado "Reach to Recovery", que promovia o contato entre pacientes e sobreviventes de cancro.

Os movimentos de apoio e sensibilização para o cancro da mama das décadas de 1980 e 1990 surgiram a partir dos movimentos feministas e movimentos para a saúde da mulher do século XX. Esta série de campanhas políticas e educativas, em parte inspirada pela eficácia das campanhas de sensibilização para a SIDA – Síndrome d Imunodeficiência Adquirida, contribuiu para aceitação generalizada da importância de uma segunda opinião antes de uma cirurgia, a opção por cirurgias menos invasivas, a vulgarização de grupos de apoio e outros progressos nos cuidados ao paciente.

Sem dúvida alguma, conhecimento é a chave principal para o diagnóstico precoce, tratamento e divulgação de modernas técnicas de tratamento. Informe-se e faça parte desta campanha tão importante.

Conto com a sua colaboração para transformar o projeto InteRH–Atividade!!! em um grande sucesso. Envie-me sua estória ou um tema de seu interesse. E claro, COMPARTILHE!


JRH consultores associados

contato@jrhconsultoresassociados.com

https://jrhca.blogspot.com.br/

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