Confiança, Coragem e Ética na Administração

De acordo com Confúcio, "o homem superior é aquele que primeiro coloca suas palavras em prática e depois fala de acordo com suas ações". Uma máxima aplicável ao mundo dos negócios. “A lealdade e a confiança devem estar acima de qualquer coisa. (Confúcio) Em psicologia, confiança pode ser entendida como "um estado psicológico que se caracteriza pela intenção de aceitar a vulnerabilidade, com base em crenças otimistas a respeito das intenções do outro". Pode também ser entendida como a crença na probidade moral, na sinceridade de alguém. Teletrabalho, Home office, Flex office, gestão remota de equipe, gestão ágil, ... todas estas novas formas de trabalho estão na base de novos modos de colaboração cuja eficácia é baseada numa condição: confiança e tecnologia também. Milhões de pessoal estão conectadas no mundo 24 horas por dia em teletrabalho. É o modelo moderno de trabalhar, a tecnologização e no ensino a educalização nessa condição de uso de tecnologia.
Confiança faz parte dos negócio e da prosperidade e coragem juntas. Se analisarmos. A confiança vai estar presente nas missões, visão, crenças e valores das empresas. Está presente na ética, respeito, nas políticas de qualidade, nas atitudes e decisões das pessoas de bem. Elas estão presente na cultura organizacional , clima organizacional, metas e estratégias dos negócios e na marca como ativo, na comunicação, segurança dos clientes , no mercado , no acionistas e todas as partes interessadas. Os administradores vivem e convivem com estas palavras em seu planejamento, gerenciamento da rotina e visão do futuro. na gestão de pessoas, processo, tecnologia, projetos, inovação, estratégias, sustentabilidade e fortalece a qualidade do capital humano. Quanto vale a confiança da liderança, comprometimento e resultado de uma equipe? Não tem preço, porque vale o futuro, saúde e sustentabilidade do negócio.

Existem empresas que para a ocupação de cargos chaves, o empregado tem como requisito, fazer alguma obra social ou voluntariado. A empresa ganha com isto, pois fortalece o seu capital comunitário, humano e social. Construindo uma relação positiva com a comunidade, através de seus diretores, gerentes, supervisores e líderes, o que é altamente positivo e humanístico. O mundo precisa disso. Estamos ficando pobres de bons exemplos e ações fraternas. Uma ação empresarial de gestão de relacionamento comunitário está diferenciando a valorização de executivos e gestores . Uma empresa, ganha força e admiração, quando possuem empregados estimulados na própria empresa, e que criam projetos de voluntariados e valor . Logo estas empresas são vistas pelos stakholders / partes interessadas e mercado como empresa de postura moderna e diferenciada, dentro do ecossistema empresarial estratégico. Isto gera simpatia, empatia, admiração e união-integração. São empresa de alto valor de responsabilidade sócio ambiental, cultural e empresas cidadãs.
Se trata da melhoria das relações de responsabilidade sócio ambiental, e a necessidade que temos hoje, de aproximarmos mais das comunidades, para abrir um novo campo de diálogo com amplos canais de comunicação bilateral e forte. Devemos aprender, usar de forma eficaz, a comunicação local, o que não somos hábeis em maioria das empresas nacionais.
Precisamos ouvir mais. Tratar os feedback´s importantes das comunidades de forma bilateral e sermos mais coletivos e colaborativos, de modo crescermos juntos. Para isso precisamos de mais educação, treinamento, liderança, conhecimento, tecnologia, projetos e atitudes organizacionais. “O futuro das organizações - e nações - dependerá cada vez mais de sua capacidade de aprender coletivamente.“ - Peter Senge.
Uma empresa jamais pode perder o seu domínio de know how, capital, operacional, valores e a sua força de cultura operacional. Este é o seu DNA e todo processo evolutivo do passado, presente, futuro e sustentabilidade. A marca é o maior ativo, identidade e o que mais pesa diretamente e indiretamente na vida das pessoas. O Gerenciamento de talentos é um requisito importante para análise e gerenciamento de capital humano e o seu posicionamento dentro potencializando-os ( recursos humanos). Finalizando; temos hoje a visão lógica, de que as empresas precisam de pessoas talentosas para a busca de sua sustentabilidade. E as pessoas talentosas, precisam das empresas, para despontarem com seus talentos. Formando uma necessidade bilateral de trabalho, esforço recíproco e produção dos melhores resultados. As empresas e as pessoas que não inovam, estão fadadas ao insucesso, não estão sintonizadas com o século XXI, e serão eliminadas pelos concorrentes de mercado. Falamos na Era do Capital Humano.

O Professor Mário Sérgio Cortella , com muita propriedade, afirma: “Tecnologia hoje é commodity. O que faz a diferença são as pessoas. Por isso, as empresas inteligentes têm investido cada vez mais no treinamento e montado seus estoques de conhecimento, o que traz velocidade e renovação constante aos negócios.” Muitos esperam iniciar seus negócios quando tiverem capital, maquinário ou equipamento necessários. Talvez você não tenha notado, mas todos esses fatores são inferiores à criação de um negócio. O que é realmente importante para esse propósito é que tenha capital humano, sem pessoas qualificadas de know how., preparo e experiência, nada vai andar. Pessoas, processo, tecnologia, projetos , inovação e melhoria contínua, andam em velocidades sincronizadas com educação, treinamento e manutenção da competência e agora atualização tecnológica também..
O que diferencia os bons gestores são aqueles que sabem gerenciar prioridades e que possuem o talento, coragem e a habilidade de fazer a leitura de seus RH´s, é capaz de alocar as pessoas certas, nas funções certas, setores certos e comandados pelas pessoas certas. Isto motiva as pessoas, aumenta o orgulho, eleva a produtividade. Cria um ambiente feliz de trabalho, integração. Estes gestores são aqueles que as empresas sempre vão precisar. Eles pensam holisticamente e sistemicamente. Enxergam o potencial das pessoas, tratam o capital humano a força produtiva dos processos , o uso de tecnologias e a visibilidade de grandes projetos de forma sustentável e eficientemente que integram a produtividade, competitividade e lucro. São éticos e planejam todos tipo de ação com base na ética empresarial , segurança das pessoas e respeito ao meio ambiente. Possuem coragem como norte da prosperidade. “Para ter um negócio de sucesso, alguém, algum dia, teve que tomar uma atitude de coragem.” Peter Drucker. A Indústria do século XXI só pode ser sustentável.
Nos últimos anos, notadamente depois de 2008 com a crise na economia global. Vi um cenário mutável (mudanças) no comportamento empresarial, planejamento e nas ações lideradas pelos grandes executivos com relação a preocupação com risco. Os bancos passaram a tomar cuidados redobrados com a artificialização de números. O caso Eron deu celeridade e toda necessidade de amadurecimento para uma visão de cuidados com os ativos dos investidores e riscos dos negócios. Foram lições que aperfeiçoaram o tema Gestão Estratégica do Risco. “Depois da tempestade aparecem os grandes navegadores.” Apareceram grandes diretores e gestores em 2008. Com o Covid em 2020 isso vai se repetir. A compliance é tema que ocupa tempo dos auditores que ficaram mais perto da área jurídicas, diretores e gerentes. A visão sobre seguros idem. Hoje um ponto de atenção permanente da governança, que surge como vigor para proteger o ativo do acionista investidor e remunerá-lo acima de suas expectativas.
O Gerenciamento de Risco é vanguarda e veio como um produto da evolução da administração geral, os seus aspectos estratégicos e de eficiência da governança corporativa. Esse cenário pede líderes corajosos para decidir. Fazer grandes mudanças, inspirar segurança, confiança; e que saibam comunicar com o mercado, mídia e stakholders e todas as partes interessadas. Isso é essencial. O risco financeiro é a possibilidade existente de prejuízo decorrente de transações e/ou investimentos. A organização que decide investir em um novo modelo de negócio, uma nova tecnologia, ou outra coisa, por exemplo, corre o risco de não ter retorno ou, em um cenário pior, ainda ter prejuízo

(*) Rowan Pedro de Araújo - Graduado em Administração com Ênfase em Marketing, Pós Graduado em Gerência de Projetos, pós Graduado Economia Local com Ênfase em Desenvolvimento Sustentável, Pós graduado em Gestão de Pessoas (EAD) . Consultor e Conselheiro Independente. Vice Presidente do Conselho Empresarial de Mineração e Siderurgia- ACMinas - Associação Comercial e Empresarial de Minas, ambientalista, educador. Presidente interino da ASMAGS - Associação Mineira do Agronegócio Sustentável. Membro do Conselho de Administração da Costa & Faber, proprietário da RA Business to Business - minérios ativos. Exportação de café e carne / proteína animal. Proprietário da RA Tecnologia. Fundador do IDIS Instituto Ivone Di Spírito, destinado a ajudar crianças com síndrome de down, APAE´S e Equoterapia - Fundador da UNIDIS Universidade Corporativa Virtual
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