Rowan Pedro

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As empresas digitais são mais sustentáveis. A economia de papel significa menos árvores tombadas, menos água gasta no processo de fabricar papel

As empresas digitais são mais sustentáveis. A economia de papel significa menos árvores tombadas, menos água gasta no processo de fabricar papel

IDIS – UNIDIS – MEIO AMBIENTE – SUSTENTABILIDADE E EMPRESAS DIGITAIS JUNTAS – A VANGUARDA – INTELIGÊNCIA EMPRESARIAL VERDE. O HOMEM MODERNO BUSCA ESSA REALIDADE

“ No momento em que pegou pela primeira vez uma pedra ou um galho para usar como ferramenta, o homem alterou irrevogavelmente o equilíbrio entre ele e o seu meio ambiente. Enquanto o número destas ferramentas permaneceu pequeno, seus efeitos demoraram muito tempo para se espalhar e causar mudanças. Mas a medida que aumentou o mesmo ocorreu com seus efeitos: quanto mais ferramenta, mais rápido o ritmo da mudança.” ( James Burke, Connections)

“A todos que lutam por um lugar onde a espécie inteligente saiba encontrar o equilíbrio com

os milhões de seres com os quais compartilha seu destino. Esta é uma contribuição à maior missão humana do século XXl, a conservação do planeta.” (Autores do Dicionário Brasileiro de Ciências Ambientais – Thex Editora)

A base de toda a sustentabilidade é o desenvolvimento humano que deve contemplar um melhor relacionamento do homem com os semelhantes e a Natureza. (Nagib Anderáos Neto)

 IDIS INSTITUTO IVONE DI SPIRITO – CAUSA DOWN – UNIDIS – UNIVERSIDADE CORPORATIVA VIRTUAL- – FUNDADOR – ROWAN PEDRO DE ARAÚJO

“Toda empresa precisa se tornar uma instituição que aprende. Ela também precisa se tornar uma instituição de ensino” (Peter Drucker)

O plástico descartado no lixo está virando dormentes nas ferrovias da Europa. No Japão, 62% do lixo vira energia.

 Na Suiça, 59%, na França, 37%. E no Brasil? Estamos atrasados, a visão do ministério é arcaica e não pensa em inovar. Burocrata não resolve nada!

As empresas digitais são mais sustentáveis. No século XXI é Inadmissível ter 1/3 do espaço de algumas empresas guardando papel e arquivo morto.

Empresas digitais gastam menos papel, clips e grampeadores. Que gastam matéria prima para fabricá-lo. Árvores derrubadas são a matéria-prima da produção de papel no Brasil. A superintendência estadual do meio ambiente do Ceará estima que uma árvore produz 20 resmas de papel (ou seja, 10.000 folhas), e cada pessoa consome, em média, duas árvores por ano.

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Se a população brasileira é de mais de 200 milhões de habitantes, são 400 milhões de árvores por ano.

CONTRIBUIÇÃO PARA A NATUREZA :

50 kg de papel velho = uma árvore poupada

1.000 Kg de papel reciclado= 20 árvores poupadas

1.000 Kg de vidro reciclado= 1300Kg de areia extraída poupada

1.000 Kg de plástico reciclado= milhares de litros de petróleo poupados, o objetivo é fazer com que a tecnologia digital se transforme no “aliado essencial” do desenvolvimento sustentável. De fato, novas tecnologias, incluindo, aumentam as possibilidades de avaliação e modelagem dos impactos das mudanças climáticas.

As inovações tecnológicas oferecem essa possibilidade, em maior escala, em nível global, de aumentar a consciência pública e global.

O governo precisa investir na educação ambiental e tecnologia. Essa realidade se cruza no planejamento da empresa.

A empresa digital gasta menos papel e menos derrubada de árvores.

Menos papel e mais árvores: digitalização é uma das principais medidas para a proteção do meio ambiente. No Brasil, o consumo de papel é de mais de 9 bilhões de quilos por ano. O Meio Ambiente, que agradece à tecnologia pela crescente economia de papel, e, consequentemente, de recursos naturais, como árvores e água, com as possibilidades trazidas pela digitalização de documentos, arquivos, livros, projetos e outros tipos de informação.

 Scanners dos mais variados formatos, para os mais diferentes tipos e tamanhos de materiais são as ferramentas indicadas para a migração do físico para o digital, uma das mais importantes medidas para a economia de papel.

“Estima-se que cada brasileiro consome, em média, meia árvore por ano com o uso de papéis. É o equivalente a 44 quilos de folhas A4. No total, esse número representa um consumo de 9 bilhões e 200 milhões de quilos, anualmente. É possível reduzir esse número drasticamente adotando a digitalização”, explica Ricardo Monteiro, diretor da ScanSystem.

Fundação Biblioteca Nacional, o Arquivo Nacional, Senado Federal e inúmeras Universidades estão entre as instituições que mais utilizam scanners da ScanSystem, referência em soluções de digitalização. São equipamentos para livros, documentos, projetos e até espécies de plantas, que, a partir das mais avançadas tecnologias, facilitam a gravação em mídias, smartphones e até na nuvem.

 indústria do papel no Brasil consome árvores de florestas plantadas e não-nativas, que deixam de beneficiar o meio ambiente ao serem utilizadas para a produção de papel, significando um impacto considerável no uso de água: a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) indica que para produzir 1 tonelada de papel são usados 540 mil litros de água e entre 2 e 3 toneladas de madeira.

De acordo com um estudo da Universidade de São Paulo, cada 7.500 páginas impressas correspondem a uma árvore que deverá ser plantada para reduzir o CO² da utilização desse papel.

“Se pensarmos, por exemplo, em médias e grandes empresas, instituições públicas e educacionais, é um impacto muito grande no meio ambiente.

Além de preservar os recursos naturais, a digitalização proporciona uma gestão inteligente da informação, facilita o acesso a ela, elimina a necessidade de novas impressões em papel e pode gerar economia de até R$ 1,5 bilhão no Brasil”, finaliza Ricardo Monteiro.

m ponto comum entre tecnologia digital e desenvolvimento sustentável : eles não conhecem fronteiras. Mas, em última análise, a tecnologia digital talvez seja percebida como um acelerador da transição ecológica?

O acesso mais fácil às informações ambientais facilita claramente a apropriação do assunto por todos e, portanto, uma certa consciência. Os incentivos e a sensibilização parecem ser as principais ferramentas para combater o aquecimento global e, de uma forma mais geral, para levar indivíduos e empresas a um comportamento mais “verde”.

“O desenvolvimento só pode ser sustentável” (Eliezer Batista)

São em particular as de saber a que tecnologia devemos recorrer para promover a transição ecológica e energética , ou ainda mais amplamente qual é o seu verdadeiro impacto digital tecnologia no desenvolvimento sustentável.

As ferramentas tecnológicas devem ser vistas como ferramentas poderosas para transformar nossas sociedades e economias. O sucesso de iniciativas patrocinadas por empresas ou associações tem destacado um dos pontos fortes da “revolução” digital: dar mais poder aos cidadãos de agir e, assim, transformar, por vezes radicalmente, as nossas formas de consumir., De participar na vida pública, enfim, nossa maneira de ver o mundo.

O objetivo final será reunir os potenciais da economia colaborativa com os interesses do desenvolvimento sustentável e da transição ecológica.

Os desafios relacionados com o Desenvolvimento Sustentável e, mais especificamente, no que diz respeito à economia circular, mobilidade e governação, são questões a que as autoridades públicas e a inovação digital devem responder.

 Por exemplo, os novos participantes da mobilidade colaborativa (caronas, compartilhamento de carros entre indivíduos) podem gerar uma série de benefícios para o Desenvolvimento Sustentável.

Mas, lutando para se desenvolver em áreas rurais e periurbanas, todo o objetivo será, em última análise, reunir os potenciais da economia colaborativa com os interesses do desenvolvimento sustentável e da transição ecológica.

Essa indústria digital tem um impacto ambiental significativo, que está crescendo tão rapidamente. O esgotamento dos recursos não renováveis ocorre principalmente durante a fabricação e o fim da vida útil dos equipamentos eletrônicos.

Esta é, portanto, e mais uma vez, uma responsabilidade global. Portanto, agora cabe a nós estarmos cientes dos riscos e usarmos as novas tecnologias com sabedoria.

 No entanto, não devemos envergonhar-nos dos desenvolvimentos tecnológicos e das inovações digitais porque permitem, nomeadamente, medir a poluição, adaptar e otimizar o nosso comportamento, antecipar melhor as nossas utilizações.

Este setor pode, portanto, certamente colocar problemas ligados em particular ao custo ambiental de produção , mas também pode impor-se como parte da solução para avançar para uma transição ecológica e energética. Portanto, agora cabe a nós estarmos cientes dos riscos e usarmos as novas tecnologias com sabedoria.

 

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