Os valores decisivos da educação como chave do conhecimento do presente e progresso no futuro

IDIS – INSTITUTO IVONE - DI SPIRITO - UNIDIS - UNIVERSIDADE CORPORATIVA VIRTUAL - FUNDADORES: ROWAN PEDRO DE ARAÚJO – ANA PAULAIN GAVINHO – M. CONCEIÇÃO SPÍRITO – LEILA DI SPÍRITO.
Empresas e países que não investirem nas pessoas. Na saúde, educação, liderança, treinamento comunicação, segurança e meio ambiente . Ciência, pesquisa, inovação e tecnologia. Estarão fora da civilização moderna. Porque são projetos sustentáveis e estratégicos. Caso não façam, vão virar sucata do século XXI. Debaixo de uma economia global e mutável. Altamente competitiva e dinâmica, onde o fator decisivo é o capital humano, uma administração sistêmica, holística e competitiva.

A educação é a chave para a conquista do futuro, e há muito se espera que a educação forme as pessoas de amanhã e prepare a geração de hoje para viver na sociedade de amanhã.
Portanto, é necessário que os planejadores e formuladores de políticas educacionais, professores e funcionários da educação conheçam os requisitos e exigências da vida de amanhã para que possam desenvolver o conhecimento e a percepção necessários em crianças e adolescentes para trabalhar na sociedade de amanhã, e de acordo com essa política , Identificar as características de uma educação eficiente é de particular importância.


Foi Eliezer Batista, que nunca gostou de ser chamado de Doutor, mas Engenheiro Ferroviário, que me disse: “o que puder fazer para a educação, no local onde você estiver morando; faça!” E temos feito isso através do IDIS - UNIDIS, somos pequenos, micro e minúsculos, mas pós graduamos 25 alunos pobres e gratuitamente todos os anos e estamos na 2a turma. Queremos implantar o pós técnico em 2023.
Nas últimas três décadas, os países desenvolvidos e em desenvolvimento enfrentaram muitos altos e baixos nos campos político, econômico, cultural e educacional.

A pandemia atrasou a educação no Brasil, por vários motivos. Os alunos pobres, sem computadores e celulares modernos saíram perdendo. A educalização , ou tecnologização do ensino são coisas novas e o governo não pensou, não ouviu os professores mais experientes, os mais antigos que queriam um projeto de educação, conforme vi de perto. Conversei e vi a opinião de muitos aqui em BH. Esses professores mais antigos, queriam um planejamento, com gestão de risco e mudança. Mais assertivo e cuidadoso; e não foram atendidos.

Dessa forma os governos se lançaram no ensino todo eletrônico à distância sem a experiência básica desse tipo de ensino diferente e nunca experimentado em tal dimensão no Brasil. Erraram em não copiar os países que iniciaram primeiro que o Brasil. O imediatismo do MEC, a falta de humildade de dialogar com outros países e ver o que estavam fazendo sobre a educação foi a decisão equivocada, não só para mim, mas por especialistas direto da educação que entendem de educação e assistiram essas falhas no sistema educacional.
Educação em tempos de pandemia: desigualdade social ainda mais em evidência
A pandemia do coronavírus trouxe mudanças em todas as áreas para toda a população mundial e a educação não ficou de fora. Com a imposição de decretos de isolamentos sociais, as escolas tiveram que fechar as suas portas, mantendo assim os alunos distantes das salas de aulas. O site SAE Digital (1) informou, de acordo com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), que a pandemia da COVID-19 já impactou os estudos de mais de 1,5 bilhão de estudantes em 188 países – o que representa cerca de 91% do total de estudantes no planeta.
Instituições de ensino, professores e alunos tiveram que entrar rapidamente em um processo de adaptação e buscar meios viáveis para dar continuidade ao processo de aprendizagem. A alternativa foi “abraçar” o ensino a distância, e a tecnologia teve um papel fundamental nesse processo de mudança através das aulas e atividades remotas no ambiente virtual. Por mais que o ensino a distância tenha inúmeros benefícios, principalmente no mundo atual, mudar repentinamente do ensino presencial para o ensino online não foi nada fácil, e muitos alunos se sentiram prejudicados.
Curso Capacitação de Professores em EaD e-Learning
Dentro os desafios surgidos nessa nova forma de ensino, podemos citar um dos principais e mais evidentes: o despreparo das escolas, dos professores e dos alunos em relação às atividades online. A maioria das escolas de ensino fundamental e médio não conta com o suporte tecnológico necessário para oferecer o ensino à distância, suporte este que é mais frequente em instituições do Ensino Superior. Fora isso, poucos são os professores capacitados para lecionar a distância, afinal, o ensino online requer ferramentas e dinâmicas totalmente diferentes das do ensino presencial. Por fim temos os alunos: milhares de crianças e adolescentes tiveram que se disciplinarem e forjarem uma rotina de estudos totalmente diferente da que tinham antes.
Pensando na dificuldade desses alunos e buscando amenizá-la, vários sites publicaram diversas dicas para ajudar tais alunos a darem continuidade aos seus estudos da melhor forma possível. O site Guia do Estudante, por exemplo, publicou sete dicas para estudar em casa e não perder o ritmo, dentre elas, cabe-se destacar: Curso Gestao Educacional – Ead e E-Learning – Novos Paradigmas Educacionais
• Manter uma rotina: acordar cedo, vestir-se adequadamente, tomar o café da manhã no horário normal e focar nas atividades seguindo os conteúdos programáticos que seriam trabalhados em sala de aula, ou seja, seguir a mesma rotina que você tinha com as aulas presenciais. É uma dica válida e importantíssima e ajuda a manter o ritmo de estudos.
• Ter uma rede de apoio: manter contato com os colegas de classe, em um grupo de WhatsApp, por exemplo, é fundamental para trocar informações e tirar dúvidas relevantes uns com os outros. Pedir ajuda aos familiares também é muito importante.
Ensino Virtual – Internet na Educação e Trabalhos em Equipe na-Internet
Porém, infelizmente essas dicas não são eficazes para todos os estudantes brasileiros, visto que alguns deles, principalmente os da rede pública, sequer possuem o equipamento necessário para acompanhar as aulas e as atividades online. O site Agência Brasil (2) comentou um estudo que reúne pesquisas sobre a educação na pandemia e uma delas mostra que, três meses depois do início da suspensão das aulas presenciais em março de 2020, ainda havia cerca de 4,8 milhões de estudantes, o equivalente a 18% do total de alunos do ensino fundamental e do ensino médio da rede pública, que não teriam recebido nenhum tipo de atividade, nem por meios eletrônicos, nem impressos. Além disso, mais de quatro em cada dez estudantes, o equivalente a 42%, não teriam, segundo seus familiares, equipamentos e condições de acesso adequados para o contexto da educação não presencial.

O site SAE Digital (3) – já citado anteriormente – mostrou que uma pesquisa do IBGE constatou que apenas 57% da população do nosso país possui um computador em condições de executar softwares mais recentes. Outro estudo realizado em 2018, a Pesquisa TIC Domicílio, aponta que mais de 30% dos lares no Brasil não possuem acesso à internet, que é praticamente indispensável para o serviço de ensino remoto. Isso só coloca ainda mais em evidência a desigualdade social que já existia aqui no Brasil muito antes do início dessa pandemia. Enquanto uns alunos de classe superiores possuem um espaço adequado para estudos, notebooks, acesso a livros e internet de ótima qualidade, outros sequer possuem um aparelho eletrônico para acompanhar as aulas.
O direito à educação é previsto no art. 205, CF, com a seguinte dimensão: “A educação e direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”.

O direito a educação é assegurado para todos os cidadãos e está positivado na nossa Constituição no seu Art. 6° como um direito social, logo, é dever do Estado, mediante políticas públicas, atuar para que esse direito seja alcançado por todos. Logo, é de extrema importância que o Legislativo elabore leis que assegurem o acesso à internet e a aquisição de aparelhos eletrônicos aos alunos de baixa renda para manter o fluxo educacional enquanto as aulas ocorrerem de maneira remota. É importante também que os alunos contem com a ajuda e a compreensão dos seus professores e familiares, a fim de que estes não desanimem ainda mais em relação aos estudos, evitando, assim a evasão escolar. O fato é que o cenário atual requer a adaptação a esses tipos de mudanças, mas também se faz necessário um apoio maior aqueles que não possuem as mesmas oportunidades e recursos que os demais. Nestes casos, vemos a igualdade material em ação: tratar os iguais com igualdades e os desiguais na medida das suas desigualdades.
Williane Marques de Sousa

Ter uma rede de apoio: manter contato com os colegas de classe, em um grupo de WhatsApp, por exemplo, é fundamental para trocar informações e tirar dúvidas relevantes uns com os outros. Pedir ajuda aos familiares também é muito importante.
Ao enfrentar muitos desafios potenciais futuros, o sistema educacional é como capital essencial que une o esforço para realizar os objetivos relacionados à desenvolvimento assertivo e forte e sustentável de uma nação.

Investir na educação e o seu sistema em si, de forma inteligente é a base, a forma mais considerada como a "ferramenta mor" mais importante e disponível para avançar e realizar os ideais opulentos de cada nação e faze-la crescer como um todo.

Sem um sistema educacional forte, tecnologista, moderno e eficaz não teremos um capital humano forte, coeso, respeitado e decisivo, ou Inteligente e vencedor. Essa é a pura realidade!
O maior valor, o maior ativo, o maior patrimônio de uma nação é a saúde e educação de suas crianças e da sua juventude.

(*) Rowan Pedro de Araújo - Graduado em Administração com Ênfase em Marketing, Pós Graduado em Gerência de Projetos, pós Graduado Economia Local com Ênfase em Desenvolvimento Sustentável, Pós graduado em Gestão de Pessoas (EAD) . Consultor e Conselheiro Independente.
Vice Presidente do Conselho Empresarial de Mineração e Siderurgia- ACMinas - Associação Comercial e Empresarial de Minas, ambientalista, educador. Presidente interino da ASMAGS - Associação Mineira do Agronegócio Sustentável. Membro do Conselho de Administração da Costa & Faber, proprietário da RA Business to Business - minérios ativos. Exportação de café e carne / proteína animal. Proprietário da RA Tecnologia. Fundador do IDIS Instituto Ivone Di Spírito, destinado a ajudar crianças com síndrome de down, APAE´S e Equoterapia - Fundador da UNIDIS Universidade Corporativa Virtual
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